Seminário sobre a Lei Maria da Penha com a delegada Gleide Ângelo

29 OUT 2017
29 de Outubro de 2017
Em homenagem ao mês outubro Rosa, a prefeitura do Moreno através da secretaria de Desenvolvimento Social promoveu um seminário sobre a lei Maria da Penha (lei 11340/06), no salão paróquia da Igreja Nossa Senhora da Conceição e com a participação da delegada e gestora Gleide Ângelo, do Departamento de Polícia da Mulher, junto com as também delegadas Julieta Japiassu ( Departamento de polícia da Mulher) e Bruna Falcão (Delegacia de Vitória de Santo Antão). 
No estado de janeiro a fevereiro deste ano foram  mais de 22 mil denúncias contra abusos e agressões. No Moreno de 75 denúncias, 15 foi estupros. Para a secretária de Desenvolvimento Social, Vera Letícia, o medo tem que acabar e a denúncia tem que ser feita. “As mulheres precisam saber que existe meios para ajudá-las. Existem centros especializados, com psicólogos e pessoas capacitadas. Ela não estará sozinha.” O prefeito da cidade, Vavá Rufino, ressaltou ainda que é um dever de todos, acabar com qualquer modo de violência e não apenas do Estado. “Antes esse tipo de caso era jogado para o estado. Hoje, entendemos que é um dever de todos:, municipal, legislativo e federal. Investir em segurança, desenvolvimento e empreendedorismo.” O ex-prefeito de Jaboatão, Elias Gomes, também esteve presente e parabenizou a atual gestão pela iniciativa. “É importante a gestão ter um foco e mantê-lo e que a segurança é o primeiro passo para da segurança a população.”
A delegada e gestora, do Departamento de Polícia da Mulher, Gleide Ângelo, enfatizou a importância da família e da lei Maria da Penha, instituída em 7 de agosto de 2006. “Devemos parar de julgar a mulher. Acha que mulher gosta de apanha. Não, mulher não gosta e não deve. É papel da família denunciar as agressões, ligar para 190 mulher e o agressor é preso em flagrante. Não esperar a morte. A lei, não vem para perseguir homem e sim, prender agressor. A lei veio para salvar, ou melhor libertar as mulheres.” Ela concluiu, falando do ciclo da violência e como previna-se: “A agressão começa pelo psicólogo, com palavras ofensivas, passando pela violência moral e defamatória, chegando a lesão corporal. No primeiro grito, denuncie, mostre que não é assim. Mulher que aceita grito, passa o recado que aceita agressão. Mulher nasceu para ser amada, não agredida.” Concluiu. 
Alunos do colégio Sofronio Portela, falaram da importância do seminário e de como foi esclarecedor. “Estou satisfeita de escutar da delegada todos os meios de denúncia. Vivemos em mundo violento e machista. E ter esse respaldo nos deixa mais fortes e protegidas.” Disse a aluna, Bianca Silva. 
O ônibus que funciona como delegacia móvel, ficou estacionado na frente da igreja e logo após o seminário, a delegada Gleide Ângelo ficou para até der a população.

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